Olhar o meio
A melhoria mais barata que existe aqui, e leva uns cinco segundos a mais do que quase todo mundo já faz.
Como se lê uma sequência longa
Diante de cinquenta e seis caracteres imprevisíveis, quase qualquer pessoa lê os quatro ou cinco primeiros, dá uma olhada no fim e aprova. É assim que a leitura funciona: sequências aleatórias longas são amostradas, e as amostras são as pontas.
A falsificação é construída em volta disso. Acertar um começo reconhecível é barato, acertar o meio não compensa e acertar tudo é impossível.
| O que se acerta | Quanto custa |
|---|---|
| Quatro ou cinco caracteres iniciais | Segundos a minutos numa máquina comum |
| Sete ou oito | Horas a dias, ainda viável |
| Doze ou mais | Praticamente inalcançável |
| A sequência inteira | Impossível, e é nisso que tudo se apoia |
A comparação que tira o julgamento do caminho
- Cole as duas sequências no mesmo campo de texto, uma embaixo da outra.
- Veja se batem caractere a caractere. Duas linhas idênticas seguidas se veem na hora, duas diferentes não.
- Ou use algo que informe correspondência exata. É melhor do que qualquer leitura atenta.
- Guarde a lista atual num arquivo seu, para sempre ter com o que comparar.
A única exceção
Uma troca dentro da sua própria máquina substitui a sequência inteira em vez de imitá-la, então é pega olhando as pontas do que de fato apareceu no campo. É o único lugar onde a conferência rápida é a certa, e vale tanto para destinos de pagamento quanto para endereços no navegador.
O que não é o problema aqui
- Caracteres parecidos. O alfabeto destes endereços exclui por projeto os pares ambíguos, então um endereço que parece estranho é estranho mesmo. Nunca é questão de fonte.
- Maiúsculas. Não há distinção entre maiúsculas e minúsculas, então isso é formatação e não outro endereço.
- Comprimento. Sempre cinquenta e seis caracteres antes do sufixo. Mais curto é de uma versão aposentada do protocolo.